Ciro Gomes vai a BH para apoiar aliança PT-PSDB
Nomeado bombeiro para aparar arestas entre petistas e tucanos descontentes com a aliança PT-PSDB em Belo Horizonte, o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) passou o dia de ontem na capital mineira.
O PSB é o principal beneficiado do acerto, uma vez que lhe caberia indicar a cabeça-de-chapa.
Após uma conversa com o governador Aécio Neves (PSDB), um dos mentores da aliança, Ciro esteve com o ministro das Comunicações, Hélio Costa (PMDB), que não esconde a irritação de seu partido com o acordo. Segundo Ciro, Costa sofre pressões de deputados estaduais e federais, que insistem no lançamento de candidatura própria em Belo Horizonte.
- Mas o que eu senti não foi o que ele (Hélio Costa) me disse. O que eu senti é uma vontade, legítima na minha opinião, de também participar desse momento histórico - disse Ciro, após um encontro com o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT).
Costa quer disputar o governo de Minas em 2010 e, antes da negociação conduzida por Aécio e Pimentel, defendia abertamente a aliança com o PT. Agora, articula um contra-ataque e quer aproveitar a resistência do PT à proposta de aliança com o PSDB para conturbar o processo. Costa procurou o vice-presidente José Alencar e anunciou a formação de uma chapa composta por sete partidos para combater a coligação PT-PSDB.
Deputado se encontrou com candidato cotado
Para Ciro, PT e PSDB têm radicalizado muito. O deputado disse que a preponderância de São Paulo no poder criou essa radicalização e afirmou que o que se vê em Minas Gerais é uma tentativa de mudar essa prática política.
- O que Minas está dizendo ao Brasil? Que o interesse público está acima dessas mundanices paroquiais, dessas disputas de grupos e de pessoas, que tanto mal têm feito ao país - disse.
Após se reunir com Pimentel, Ciro procurou o secretário de Desenvolvimento Econômico do governo de Minas, Márcio Lacerda, nome defendido por Aécio e Pimentel para disputar a prefeitura de Belo Horizonte pelo PSB, unindo PT e PSDB. Lacerda foi coordenador da campanha de Ciro à Presidência da República em 2002 e continuou com ele no Ministério de Integração Nacional.
O PSB é o principal beneficiado do acerto, uma vez que lhe caberia indicar a cabeça-de-chapa.
Após uma conversa com o governador Aécio Neves (PSDB), um dos mentores da aliança, Ciro esteve com o ministro das Comunicações, Hélio Costa (PMDB), que não esconde a irritação de seu partido com o acordo. Segundo Ciro, Costa sofre pressões de deputados estaduais e federais, que insistem no lançamento de candidatura própria em Belo Horizonte.
- Mas o que eu senti não foi o que ele (Hélio Costa) me disse. O que eu senti é uma vontade, legítima na minha opinião, de também participar desse momento histórico - disse Ciro, após um encontro com o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT).
Costa quer disputar o governo de Minas em 2010 e, antes da negociação conduzida por Aécio e Pimentel, defendia abertamente a aliança com o PT. Agora, articula um contra-ataque e quer aproveitar a resistência do PT à proposta de aliança com o PSDB para conturbar o processo. Costa procurou o vice-presidente José Alencar e anunciou a formação de uma chapa composta por sete partidos para combater a coligação PT-PSDB.
Deputado se encontrou com candidato cotado
Para Ciro, PT e PSDB têm radicalizado muito. O deputado disse que a preponderância de São Paulo no poder criou essa radicalização e afirmou que o que se vê em Minas Gerais é uma tentativa de mudar essa prática política.
- O que Minas está dizendo ao Brasil? Que o interesse público está acima dessas mundanices paroquiais, dessas disputas de grupos e de pessoas, que tanto mal têm feito ao país - disse.
Após se reunir com Pimentel, Ciro procurou o secretário de Desenvolvimento Econômico do governo de Minas, Márcio Lacerda, nome defendido por Aécio e Pimentel para disputar a prefeitura de Belo Horizonte pelo PSB, unindo PT e PSDB. Lacerda foi coordenador da campanha de Ciro à Presidência da República em 2002 e continuou com ele no Ministério de Integração Nacional.
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