sexta-feira, 21 de março de 2008

A POLITICA TUDO PODE ACONTECER.

Ciro Gomes vai a BH para apoiar aliança PT-PSDB

Nomeado bombeiro para aparar arestas entre petistas e tucanos descontentes com a aliança PT-PSDB em Belo Horizonte, o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) passou o dia de ontem na capital mineira.

O PSB é o principal beneficiado do acerto, uma vez que lhe caberia indicar a cabeça-de-chapa.

Após uma conversa com o governador Aécio Neves (PSDB), um dos mentores da aliança, Ciro esteve com o ministro das Comunicações, Hélio Costa (PMDB), que não esconde a irritação de seu partido com o acordo. Segundo Ciro, Costa sofre pressões de deputados estaduais e federais, que insistem no lançamento de candidatura própria em Belo Horizonte.

- Mas o que eu senti não foi o que ele (Hélio Costa) me disse. O que eu senti é uma vontade, legítima na minha opinião, de também participar desse momento histórico - disse Ciro, após um encontro com o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT).

Costa quer disputar o governo de Minas em 2010 e, antes da negociação conduzida por Aécio e Pimentel, defendia abertamente a aliança com o PT. Agora, articula um contra-ataque e quer aproveitar a resistência do PT à proposta de aliança com o PSDB para conturbar o processo. Costa procurou o vice-presidente José Alencar e anunciou a formação de uma chapa composta por sete partidos para combater a coligação PT-PSDB.

Deputado se encontrou com candidato cotado

Para Ciro, PT e PSDB têm radicalizado muito. O deputado disse que a preponderância de São Paulo no poder criou essa radicalização e afirmou que o que se vê em Minas Gerais é uma tentativa de mudar essa prática política.

- O que Minas está dizendo ao Brasil? Que o interesse público está acima dessas mundanices paroquiais, dessas disputas de grupos e de pessoas, que tanto mal têm feito ao país - disse.

Após se reunir com Pimentel, Ciro procurou o secretário de Desenvolvimento Econômico do governo de Minas, Márcio Lacerda, nome defendido por Aécio e Pimentel para disputar a prefeitura de Belo Horizonte pelo PSB, unindo PT e PSDB. Lacerda foi coordenador da campanha de Ciro à Presidência da República em 2002 e continuou com ele no Ministério de Integração Nacional.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Origem do Cartão Corporativo.

1) O cartão corporativo foi criado por Fernando Henrique Cardoso, com a finalidade de dar maior agilidade às compras feitas pelo Gabinete da Presidência da República;
2) A criação se deu em 2001;
3) Em 2002, foram gastos 1 milhão 271 mil reais;
4) Em 2003, no Governo Lula, o gasto com cartão corporativo subiu para 8 milhões 935 mil reais. Foram sacados na boca do caixa, em dinheiro vivo, 2 milhões 839 mil reais;
5) Em 2004, foram gastos 7 milhões 751 mil reais com os cartões corporativos, com saque na boca do caixa, em dinheiro vivo: 3 milhões 130 mil reais;
6) Em 2005, gastaram 8 milhões 649 mil reais, com saque na boca do caixa de 830 mil reais (queda, portanto).
7) Em 2006, foram 33 milhões de reais, em especial, no saque de dinheiro;
8) Em 2007, dos R$ 53,1milhões gastos, cerca de R$ 40,9 milhões foram sacados em espécie. Incluídas as despesas do Judiciário, os saques em dinheiro chegam a R$ 42,8 milhões.
Gostaria de saber como ele foi parar em diversas empresas públicas, se quando foi criado seria apenas de compras feitas pelo Gabinete da Presidência da República, onde esta escrito que deveria ser estendidos a todos.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

O PT DISSE QUE NÃO HAVIA MENSALÃO.

Jefferson confirma ter recebido R$ 4 milhões do PT

Um dos protagonistas do escândalo do mensalão, o presidente do PTB, Roberto Jefferson, confirmou nesta terça-feira à Justiça ter recebido R$ 4 milhões do PT em 2004. "O PT assumiu compromisso de financiar a candidatura de vereadores e prefeitos do PTB no Brasil. O PT alardeava que tinha um caixa de R$ 120 milhões. Recebi do PT R$ 4 milhões para as eleições de 2004 numa relação de confiança que foi quebrada", disse Jefferson ao juiz Marcelo Granado, da 10ª Vara Federal do Rio de Janeiro, no processo em que é acusado de lavagem de dinheiro e corrupção ativa.

"Esperava que o dinheiro fosse legalizado. Falava para o Genoíno, vamos legalizar, pois era muito dinheiro para ficar no caixa 2", acrescentou Jefferson. O ex-deputado afirmou que o PT repassava dinheiro mensalmente. "A conversa no cafezinho era de quinta categoria", disse Jefferson, referindo-se ao que seriam negociatas entre os parlamentares.

"Eu disse ao (Antonio) Palocci (ex-ministro da Fazenda), ao Ciro (Gomes, ex-ministro da Integração Nacional), ao Miro (Teixeira, ex-ministro das Comunicações) e ao (Luiz) Gushiken (ex-ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência) que a coisa ia pipocar, que eles estavam fazendo algo terrível", afirmou.

Jefferson disse ainda que o acordo que fez com o PT previa o repasse de R$ 20 milhões e que cobrou os R$ 16 milhões restantes do presidente do PT, José Genoíno, e do tesoureiro do partido, Delúbio Soares.

O presidente do PTB reiterou ter contado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a existência do esquema, em janeiro e março de 2005, e que ele ficou estarrecido e com lágrimas nos olhos. "O presidente Lula foi apanhado de surpresa mas seus ministros já sabiam. A fonte do mensalão secou mais tarde e abriu uma crise por ação do presidente Lula", disse Jefferson.

Reuters

OLHA O LULA AÍ...SERÁ QUE NÃO SABIA.

Roberto Jefferson diz que Lula é 'monarca absoluto'

O ex-deputado federal Roberto Jefferson criticou na tarde desta terça-feira a atual administração do presidente Luis Inácio Lula da Silva. "Hoje em dia, quem não tratar bem o presidente não tem obras financiadas. Os governadores de São Paulo, de Minas Gerais e do Rio e o prefeito César Maia têm que beijar a mão do presidente para conseguir dinheiro. Temos um presidente que, hoje, é um monarca absoluto", disse.

» Jefferson: cartões teriam pago mensalão
» Jefferson pede depoimento de Lula

Roberto Jefferson prestou depoimento na Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro, no processo que apura o escândalo do mensalão. O ex-deputado confirmou todas as afirmações que havia feito antes na CPI e afirmou novamente que o presidente Lula não tinha conhecimento do esquema.

Ele reafirmou que José Dirceu liderava o suposto esquema do mensalão e preferiu não fazer comentários sobre os outros acusados, entre eles Marcos Valério e Delúbio Soares.

Roberto Jefferson ironizou as suspeitas de uso indevido dos cartões corporativos por membros do governo federal. Ele afirmou que o mecanismo eletrônico poderia ter contribuído para pagar o mensalão.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Novo Cartão que está no mercado.


Sem CPMF, o único cartão que restou para os +/- 35 Ministros foi este que esta ao lado. Para adquirir este cartão tem que ser do PMDB, PR ou PT de preferência.

A Hora do Cartão.

Estive lendo em jornais, que o cartão corporativo já existe desde que Família Real veio para o Brasil, só que em uma situação diferente, veja como era:
Pessoas que embarcaram com a Familia Real em Portugal de 10 mil a 15 mil. Todos vivendo ás custas dos cofres públicos, cofres que estavam em situação de miséria. O tesouro da coroa, já em situação precária antes da fuga para o Brasil, terminou de piorar com as despesas de viagem. A realeza, falida, socorreu-se de comerciantes ricos, principalmente traficantes de escravos, obtendo financiamentos em troca de títulos de nobreza e cargos públicos e inaugurando oficialmente a promiscuidade entre interesses públicos e privados. Que sobrevive até hoje.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Crime não esclarecido completa seis anos

Estou falando do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel (PT), assassinado em 20 de janeiro de 2002, em circunstâncias bem suspeitas e o mais impressionante que o seu irmão Bruno Daniel pediram asilo político na França, porque aqui receberam ameaças, até quando vamos permitir que crimes não sejam esclarecidos, pois atingem o PT partido do Presidente Lula e seus comparsas. Povo brasileiro... acorda!!!!!!